Certezas, nem sempre é possível as ter!

Enviado em 23 de nov de 2010, sob Sentido de vida, Trabalho e Carreira

Por Isabella Franzoni

Seria possível imaginar o sentimento de um soldado, que no momento da guerra, não sabe se combate ou recua?

Talvez esta angústia seja similar ao que muitos de nós sentimos quando não sabemos que atitude tomar ou qual caminho escolher.

A gravidade pode até ser comparada, já que o sentimento de indecisão e incerteza tende a ficar tão forte capaz de levar ao adoecimento (somatização), assim como o soldado à morte.

A angústia de não saber o que fazer é torturante. Por isso a importância de aprender a lidar com esse sentimento, e evitar que ele prejudique sua saúde física e mental.

Podemos reportar a situação do soldado acima no nosso dia-a-dia em que muitas vezes não sabemos que caminho escolher, diante das inúmeras possibilidades que nos são apresentadas.

“Muitas vezes, esse sentimento de querer ter certeza, se algo daria certo ou não, para poupar meu precioso tempo e eu investir em algo que realmente seria o meu futuro me fez perder o chão, levando minha ansiedade à alturas e prejudicando meu dia-a-dia. Isso me fez ter a CERTEZA de que esse sentimento eu não queria mais!” Relatos de uma terapia

Mas como parar com isso? Talvez tentando entender que quando não se tem certeza de algo a única alternativa é tentar; é percorrer e aproveitar as oportunidades do momento, que certamente serão a ponte que nos guiará para o que quer que nos espere no futuro.

Quando não temos certeza, o caminho é acreditar que aquilo que nos ocorre hoje (e que de certa forma nos faz feliz) vai ser útil em algum momento, e que quando estamos seguindo nosso coração devemos confiar na vida, e saber que “você está exatamente onde deveria estar”, por mais que no futuro tudo seja diferente!!

 

Isabella Franzoni

Psicanalista

Atendimentos em Balneário Camboriú e Online

Informações e agendamento de sessão pelo WhatsApp – 47 9 8441 7817

 

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Psicossomática – Lembrete na porta de um consultório terapêutico

Enviado em 21 de set de 2010, sob Ansiedade

O resfriado escorre quando o corpo não chora.
A dor de garganta a entope quando não é possível comunicar as aflições.
O estômago arde quando as raivas não conseguem sair.
O diabetes invade quando a solidão dói.
O corpo engorda quando a insatisfação aperta.
A dor de cabeça deprime quando as duvidas aumentam.
O coração desiste quando o sentido da vida parece terminar.
A alergia aparece quando o perfeccionismo fica intolerável.
As unhas quebram quando as defesas ficam ameaçadas.
O peito aperta quando o orgulho escraviza
O coração enfarta quando chega a ingratidão.
A pressão sobe quando o medo aprisiona.
As neuroses paralisam quando a”criança interna” tiraniza.
A febre esquenta quando as defesas detonam as fronteiras da imunidade.

Preste atenção!

O plantio é livre, a colheita, obrigatória … Preste atenção no que você esta plantando, pois será  a mesma coisa que irá colher!!

Autor desconhecido

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Não confunda o amor…

Enviado em 28 de ago de 2010, sob Relacionamentos

Todo mundo diz que o amor dói, mas isso não é verdade.
A solidão dói.
Rejeição dói.
Perder alguém dói.
Inveja dói.
Todo mundo fica confuso com essas coisas de amor.
Mas na realidade o amor é a única coisa neste mundo que encobre a dor e faz alguém se sentir maravilhoso novamente!”

Amor

Fonte: Autoria desconhecida

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Angústia é doença e tem cura

Enviado em 02 de ago de 2010, sob Depressão, Sentido de vida

Foto de Anaiá Paixão Tema: Lírios Ela gera um desconforto físico, psíquico e requer tratamento diferenciado. Saiba mais!

Texto extraído da Revisa Saúde Vital – Por Adriana Toledo

Chego pela manhã ao complexo do Hospital das Clínicas, em São Paulo, e me dirijo ao primeiro andar do prédio do Instituto de Psiquiatria, onde sou recebida pelo chefe do departamento, o psiquiatra Valentim Gentil.

Nosso objetivo é definido: caracterizar, com elementos concretos, o conceito de angústia. A missão é árdua. “Diferentemente do medo ou da ansiedade, que são experimentados pela maioria das pessoas, a angústia acomete menos de 50% da população. E nunca tive essa experiência, o que dificulta a tarefa de descrevê-la com precisão”, confessa. “Em geral, meus pacientes relatam uma agonia mental sem gatilho aparente, atrelada a um sufoco semelhante ao da asma, e uma dor ou compressão no peito”, descreve. Incentivar o diagnóstico e um tratamento personalizado é a proposta de Gentil, que assina o artigo intitulado Why Anguish? — em português, Por que angústia? —, que acaba de ser divulgado na publicação científica inglesa Journal of Psychopharmacology.

Isso porque, nas discussões entre especialistas do mundo todo, o sentido dessa emoção se esvaziou ao longo do tempo. E frequentemente ela é confundida com o distúrbio de ansiedade ou de pânico (veja os complementos desta matéria). “Mas são comportamentos mentais diferentes, com padrões de ativação cerebral distintos”, defende Gentil. “A ansiedade é uma apreensão exagerada em relação ao futuro, enquanto a angústia é um sofrimento relacionado ao presente.” Munida dos esclarecimentos sobre as manifestações físicas do sintoma, sigo ao consultório da psicanalista paulistana Maria de Lourdes Félix, que auxilia Gentil nas pesquisas sobre a face psicológica da angústia. “Meus pacientes costumam levar as mãos ao peito e reportar um sentimento de vazio. Sentem conflitos diante das inúmeras possibilidades de escolhas no dia a dia e questionam o sentido de sua existência”, conta. “Em casos extremos, essas pessoas são dominadas pela introversão. Elas perdem a capacidade de análise, de lidar com o cotidiano, de interagir socialmente. Ficam paralisadas.” À luz do filósofo dinamarquês Soren Kierkegaard (1813-1855), a psicóloga Marília Dantas, da Universidade Estácio de Sá, em Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, traduz o mal-estar: “O ser humano sente desamparo, incerteza, falta de controle diante da liberdade de decidir. Optar por um caminho significa correr riscos, abrir mão das alternativas. Isso é angustiante”.

Reconhecer um quadro de angústia é uma função que cabe a especialistas. Mas os angustiados de plantão podem contribuir, fornecendo detalhes de como se sentem. É o que constatei nas conversas durante os trajetos de consultório em consultório. A pergunta que fiz a motoristas, recepcionistas, colegas e pedestres com quem cruzei no caminho era sempre a mesma: o que é angústia para você? As respostas variaram. “É pensar como seria minha vida se eu tivesse estudado psicologia.” Ou “É um beco sem saída dentro do peito”. Ou ainda “É uma incerteza sobre as consequências das decisões que tomei”.

Infelizmente, a maioria dos angustiados só procura ajuda especializada quando a sensação ruim beira o insuportável. “Eles chegam ao pronto-socorro com dor e opressão no tórax, peso e desconforto no peito”, confirma o cardiologista César Jardim, supervisor do pronto-socorro do Hospital do Coração, em São Paulo.

Os sintomas se assemelham aos de problemas cardiológicos, como infarto. “Mas os problemas cardiovasculares só se confirmam em 30% dos casos”, estima. Ele conta que, depois de realizar exames e apontar que o sujeito está em condições perfeitas de saúde, os pacientes confessam que vêm se sentindo nervosos e… angustiados. Quando é assim, excluída a presença de doenças físicas, o passo seguinte deveria ser a visita a um psiquiatra. “Há hipóteses de que a angústia seja desencadeada por uma maior ativação de uma região chamada ínsula, no córtex cerebral, relacionada à percepção de funções viscerais, como as do coração, do diafragma e dos pulmões”, explica Valentim Gentil. “Por isso, acreditamos que suas vítimas possam responder bem a calmantes chamados benzodiazepínicos, a alguns antipsicóticos e a uma classe de antidepressivos conhecida como tricíclicos”, continua. “A imipramina é um dos principais medicamentos desse grupo e se mostra eficaz, apesar de promover eventuais efeitos colaterais, como tonturas e alterações cardíacas”, completa seu colega Jair Mari, da Universidade Federal de São Paulo.

Essa droga modula neurotransmissores como a noradrenalina, substâncias que agem no cérebro e controlam as emoções. O ideal é complementar esse tratamento com o de um psicólogo ou psicanalista. “Trabalhamos o desenvolvimento emocional, fazendo com que o paciente reflita e traduza seus pensamentos, criando condições para contornar sentimentos que julga insuportáveis”, explica Maria de Lourdes.

A angústia é, portanto, um problema de saúde e necessita de acompanhamento. Se ela anda sufocando-o, chega de sofrer em silêncio: busque auxílio e afrouxe, de vez, esse nó dentro do peito. Não confunda com angústia: Os transtornos a seguir se caracterizam por sintomas que algumas vezes podem ser acompanhados do aperto no peito:

Depressão – Ela é fruto de um desajuste em substâncias químicas que conduzem informações entre os neurônios — chamadas de neurotransmissores — e desencadeia alterações emocionais e físicas. Tristeza, baixa autoestima, pensamentos de morte, distúrbios do sono, fadiga, dificuldade de concentração e falta de apetite são alguns dos sinais mais frequentes.

Transtorno de ansiedade – Também ligado à disfunção de neurotransmissores, gera uma preocupação excessiva diante de situações do cotidiano, como uma entrevista de emprego ou um evento social. Quem sofre do problema costuma ter pensamentos inquietantes e exagerados, temendo um desfecho ruim para o futuro. Palpitações, falta de ar e alterações de sono podem completar esse quadro.

Transtorno de pânico – Em geral, eclode em ataques súbitos, decorrentes de uma ansiedade exacerbada, não necessariamente com um gatilho pontual. Falta de ar, tremores, taquicardia, sudorese aumentada e vertigem levam o paciente a ter uma sensação de medo e de morte iminente.

Foto: Anaiá Paixão

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Como lidar com as situações que geram ansiedade

Enviado em 05 de jul de 2010, sob Ansiedade

Por Isabella Franzoni

Se você não vê a hora… De chegar as férias… de engravidar… do bebê nascer… da dieta acabar… da empresa que tanto deseja te chamar para uma entrevista… da pessoa que você está gostando te ligar…. da faculdade terminar… do dia do casamento chegar…. Nossa, são tantas coisas capazes de colocar em risco até nossa paz e sanidade mental.

Não devemos colocar toda nossa expectativa em algo que muitas vezes não depende só de nós!

Acredito que, a melhor coisa a fazer quando se está esperando muito para que algo aconteça, é não pensar no assunto. Quanto mais esperamos por algo, mais ele demora a vir! Então façamos o contrário, volte suas atenções para outra coisa que goste e que está a sua disposição naquele momento. Procure e certamente encontrará! E caso realmente não tenha, é preciso rever sua vida, pois ela está 100% voltada para um único objetivo/projeto, e isso é perigoso. Não devemos colocar toda nossa expectativa em algo que muitas vezes não depende só de nós!

O tempo passa muito rápido, não é isso o que as pessoas mais dizem ultimamente? Então, usemos isso a nosso favor.

Fazer coisas que se gosta (desde as mais simples e cotidianas) e não pensar no bendito dia em que chegará a realização da sua vontade, por incrível que pareça, faz com que ela venha naturalmente e mais rápido.

Gosto da frase: “não devemos buscar a felicidade, ela encontra-se no caminho”. Isso tem fundamento, porque, quando finalmente chegar o tão esperado dia, você estará tão fortalecido e em paz, e descoberto tantas coisas relevantes sobre si mesmo que não sabia antes, que esse momento será mais especial ainda. Se uma situação chega até você é porque você precisa aprender algo com ela. Se você passar por ela bem, pronto, você superou e evolui; já vai para outro nível, caso contrário, essa situação voltará para você e assim permanecerá até que você aprenda. Ouvi uma vez esta frase e acredito valer a pena relembrá-la: que as situações problemáticas e de estresse profundo são valiosas e muita gente perde a oportunidade e aprender com elas. Essas fases são excelentes fontes de aprendizado e auto-conhecimento se você souber usá-las de uma forma positiva e construtiva.

As tensões são bem-vindas quando utilizadas para um bem maior!

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Ansiedade: Frases e Pensamentos

Enviado em 17 de jun de 2010, sob Ansiedade, Frases e Pensamentos

Pensamentos extraídos do livro “Ansiedade sob controle” – Dra. Lourdes Possatto

“Ansiedade significa não estar no aqui-e-agora!”

“Precisamos entender que tudo o que pensamos passa para o nosso corpo. Tudo o que você pensa e para o que dá importância passa para o seu corpo”

“Faça uma experiência… registre suas sensações. O que você sente? Como seu corpo reage? Dessa forma, você vai começar a perceber de que maneira seu corpo registra o que está presente em seus pensamentos. Esse é um exercício bastante sério e real. Apenas com essa percepção já teríamos condições de começar a controlar nossos processos de ansiedade”

“Uma dica interessante para controlar a ansiedade é perceber as cobranças absurdas que nos fazemos diariamente e às quais, é óbvio, não podemos atender”

“Aprender a controlar a ansiedade é aprender a controlar nossos pensamentos. E para isso, precisamos perceber como é que nos sentimos ao pensar determinadas coisas”

“Mal-estar, desconforto ou dor indicam que precisamos prestar atenção e ver o que está acontecendo, e a melhor forma de fazer isso é perceber o que estamos pensando, a que estamos dando importância, o que estamos trazendo para dentro de nós, via preocupações, cobranças ou críticas, enfim, precisamos perceber qual é a nossa postura mental”

“Importar é dar importância, é trazer para dentro algo lá de fora. O sintoma ou a doença estão relacionados com o corpo, da mesma forma que a insatisfação, a tristeza ou a angústia estão relacionados com as nossas emoções”

“Tenho recebido pessoas no consultório que passam por curas instantâneas quando tomam consciência do que estão fazendo consigo mesmas e das coisas que estão martelando em suas cabeças”

“O processo de autoconhecimento é superimportante para o controle da ansiedade. É preciso conhecer e entender a raiz da ansiedade dentro da nossa história de vida”

“Precisamos aprender a criar centralidade, a controlar nossos pensamentos, a refletir sobre nossas posturas viciadas, habituais e até certo ponto seguras, porém totalmente insatisfatórias”

“Como tudo que se pensa passa para o corpo, imagine a tensão e o mal-estar diante de pensamentos recheados de medos ou catástrofes?”

“O homem atual, para cuidar da sua sobrevivência acabou desenvolvendo uma ansiedade mais sofisticada. Hoje, não basta cuidar da sua sobrevivência: ele acha que tem de levar vantagem sobre o outro, ser esperto, usando sua inteligência e perspicácia não exatamente só para sobreviver, mas também para passar por cima do outro…”

“Parece que esses fatores que satisfazem mais ao ego do que à alma acabaram gerando uma ansiedade muito grande diante do medo de perder ou sentir-se inferiorizado. O homem acabou desenvolvendo táticas para defender mais o próprio ego do que a si mesmo”

“A reação alérgica do corpo é uma mensagem de que você não deve ingerir aquele alimento porque o seu organismo não aceita. Logo, no que se refere ao nosso sistema emocional, essa lei também é válida: o seu sistema imunológico o informará, via mal-estar, sufoco, insatisfação, tristeza ou qualquer outra sensação desagradável, quando um pensamento, atitude ou postura mental não são bons para você, está claro?”

Exemplo: Uma pessoa em um relacionamento complicado às vezes tem vontade de sair correndo e acabar com a situação, outras vezes tem vontade de destruir o objeto de sua raiva. Só que não faz nem uma coisa nem outra. Apenas fica ansiosa, com medo, por vezes cobrando de si mesma a realização de um milagre para salvar a situação, ou fica esperando que o milagre surja de terceiros. A situação de espera causa uma ansiedade muito grande e toda a energia mental gasta no processo é somatizada no corpo da pessoa, desestabilizando-a totalmente”

 

Mais informações e Agendamento de Sessão pelo Telefone/WhatsApp – 47 9 8441 7817 

Isabella Franzoni – Psicanalista

Saúde Mental e Emocional Integrativa 

Especialista em Transtornos de ansiedade, Alimentares (Compulsão alimentar), Depressão e Relacionamentos. 

Atendimento psicanalítico online ou presencial em Balneário Camboriú.

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Dicas de livros sobre Ansiedade

Enviado em 21 de abr de 2010, sob Sentido de vida

Um excelente livro para quem sofre, ou quer se informar sobre os transtornos de ansiedade.

Não a ansiedade somente por expectativa de algum evento ou encontro com alguém, mas a ansiedade destrutiva que domina a vida da pessoa, gerando sofrimento e impedindo que ela flua e se desenvolva normalmente.

O livro fala muito sobre as doenças psicossomáticas e suas causas emocionais, sobre as raízes da ansiedade (perfeccionismo, baixa auto-estima, falta de confiança, medos, fobias, manias, transtorno obsessivo compulsivo, pensamentos automáticos destrutivos) e muitos outros. Vale a pena.

Livro: Ansiedade sob Controle, de Lourdes Possato

Ansiedade sob controle

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Como mudar de carreira sem se afogar em dívidas

Enviado em 19 de fev de 2010, sob Trabalho e Carreira

Por Isabella Bovendorp

Já faz algum tempo que tenho esse artigo salvo em meus arquivos, e apesar de não saber quem o escreveu acho que as dicas podem ajudar bastante quem está em fase de transição na carreira ou insatisfeito com a vida profissional.

É muito importante buscar atividades que acreditamos estar nossa realização, mas é preciso fazê-lo com os pés no chão, sem agonia e tendo recursos para manter o básico da vida, pois às vezes fica difícil um sonho sobreviver à contas batendo na porta.

Boa leitura!

Viver mal humorado, deprimido, angustiado ou com problemas afetivos é sinal de que alguma coisa em sua rotina deve estar indo mal. E, em boa parte dos casos, a origem de todos esses problemas pode estar na insatisfação com a vida profissional. Ao contrário dos que muitos pensam, esta sensação não está relacionada diretamente com o salário, mas sim com a atividade exercida.

Por outro lado, mudar de carreira não é o mesmo que trocar de faculdade ao 20 anos. Especialmente se você já passou dos 30 e já acumulou uma série de responsabilidades financeiras, como a prestação do apartamento, a escola dos filhos e o plano de saúde da família. Neste sentido, uma boa dose de planejamento financeiro é a chave para buscar a felicidade e continuar com suas contas saudáveis.

Reservas financeiras

Na hora de trocar de carreira, o maior segredo, sem dúvida, é o planejamento financeiro. Se você já assumiu responsabilidades (leia-se dívidas e contas a pagar) e não pode contar com uma ajuda da família, será preciso ter uma boa quantia de reserva para o período de transição.

Não é da noite para o dia que uma pessoa muda de profissão e se torna bem-sucedida. Em geral, levam-se anos para atingir uma estabilidade, um bom emprego ou uma clientela cativa. A recomendação é ter um estoque de reserva para cobrir seus gastos familiares num período de dois anos e meio a três. Este é o tempo médio para você começar a recuperar o dinheiro investido num negócio e sair do vermelho.

Se você ainda não possui o suficiente para cobrir os gastos familiares durante esta época de transição, comece a reorganizar suas contas e a economizar durante algum tempo até atingir um valor considerável. Seguindo bem esses conselhos, procurar o sucesso numa outra carreira não implicará em descontrole financeiro e será possível encarar uma fase de adaptação com maior tranquilidade.

Planejando uma mudança

Lembre-se, porém, que antes da tomada de qualquer decisão referente ao futuro profissional, é preciso pesquisar bem como anda o mercado para uma nova carreira, com destaque para longo prazo. O importante é fazer uma espécie de estudo de mercado para analisar como estará a profissão no futuro.

Além dessa análise de viabilidade, o ideal é começar com uma requalificação profissional antes de largar seu emprego atual. Iniciar uma faculdade à noite e continuar trabalhando durante o dia é uma estratégia utilizada por diversos profissionais. E isso não se aplica exclusivamente um um curso superior. Paralelamente, é possível entrar para uma escola de idioma, de informática ou em casos mais radicais, outros cursos específicos como os de fotografia, comissário de bordo ou culinária.

Fonte: Autor desconhecido

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Não desanime diante de uma recaída – Errar de vez em quanto faz parte do processo

Enviado em 16 de dez de 2009, sob Compulsão alimentar

Por Isabella Franzoni

“Os dias estavam sendo ótimos e eu estava bastante feliz de estar conseguindo conquistar a pessoa que eu imaginava, com o corpo que queria, com as roupas que gostava, fazendo as coisas que tinha vontade e do jeito que queria. Estava indo super bem, e do nada comi um monte de besteiras. Fiquei arrasada! Pensei pronto, coloquei tudo a perder! Então, depois de alguns minutos de decepção comigo mesma e da sensação de que jamais iria conseguir chegar no meu objetivo, percebi que estava errada. Não coloquei tudo a perder pois há dias estava fazendo uma ótima caminhada, esse foi apenas 1 passo para trás e eu poderia recuperar o prejuízo! Era só retomar a minha calma e entender que uma recaída depois de vários dias vitoriosos, faz parte do processo. Eu deveria valorizar e reconhecer o que eu já havia conquistado, esse deslize não era o “fim do mundo”, eu poderia me perdoar. Então relaxei, dormi e vi que amanhã seria um novo dia, o dia que eu retomaria meu objetivo e seguiria meu caminho com muita força de vontade e sempre com o objetivo claro da pessoa que eu queria ser. Deu tudo certo e cheguei onde queria: mantenho meu peso ideal há sete anos sem grandes restrições e sofrimento, simplesmente com novos hábitos, novos gostos e consciente de tudo o que coloco para dentro de mim.”

(Relatos de Vivências em Psicoterapia Psicanalítica)

Quando estamos reeducando nossa mente o processo é delicado e leva um tempinho para tudo ficar como realmente desejamos, é preciso persistência, paciência e amor pela pessoa que se é.

Conquistar um corpo bonito e saudável tanto pode ser um caminho sacrificante quanto uma estrada cheia de coisas boas e descobertas incríveis sobre si mesmo, pois cada quilo que se vai é uma descoberta que chega. Essa é a única maneira de emagrecer em paz, de verdade, e principalmente: conseguir manter-se no corpo conquistado.

A caminhada é tão, ou mais importante que a chegada.

E caso necessite de ajuda nesse processo de encontro de você com seu próprio corpo, estamos aqui para lhe auxiliar, com um trabalho humano, te acolhendo e te incentivando em cada passo dessa jornada, da conquista de um corpo e uma vida que você se sinta bem e feliz.

Conte comigo.

Com carinho,

Isabella Franzoni – Psicanalista

Saúde Mental Integrativa e Autoconhecimento

Especialista em Transtornos de ansiedade, Alimentares (Compulsão alimentar), Depressão e Relacionamentos. 

Atendimento psicanalítico individual, online ou presencial em Balneário Camboriú.

Agende sua sessão e dê o primeiro passo para uma vida mais feliz e realizada!

Para maiores informações e agendamento da sessão, entre em contato
pelo Whatsapp 47 9 8441 7817 ou e-mail isabellafranzonipsi@hotmail.com 

Isabella Franzoni Psicanalista em Balneário Camboriú Itajaí Transtornos de ansiedade depressão transtornos alimentares compulsão alimentar

 

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Segurança x Monotonia: Cuidado com a zona de conforto!

Enviado em 28 de nov de 2009, sob Sentido de vida

BarcoPor Isabella Bovendorp

Sempre acreditei que nossa vida necessitasse de constante atenção, mesmo depois de conquistado o que sempre havíamos sonhado. Por exemplo, um parceiro bacana, filhos, trabalho compensador, casa, carro e por aí vai. Mas, depois de conquistada a tão sonhada estabilidade e segurança, nossa vida parece não ter mais o brilho e viço transmitido pela curiosidade e insegurança (boa) do desconhecido. E isso merece nossa atenção.

A sensação de já ter conquistado muita coisa (o que é ótimo), não deve ser confundida com a idéia de que já se sabe tudo, ou de que não há nada mais para conquistar na vida. Isso seria como a morte. Seria como se não tivéssemos mais sonhos e pensando assim já não teríamos mais uma vida com emoção e vitalidade, ou até mesmo um sentido para viver.

Abaixo um trecho bem interessante do livro “O prazer de viver light”, de Lucília Diniz que fala claramente a experiência da própria autora sobre esta situação.

Um dia era sempre igual ao outro. Eu navegava em águas tranqüilas. Conhecia as ondas de cor. Achava que perto de mim já havia tudo aquilo com que as pessoas sempre sonhavam. Era seguro , estável. Mas, aos poucos, foi ficando monótono. Mar sem vento não leva a lugar algum. Tomei coragem, levantei as velas e saí daquela calmaria. Voltei a sentir a brisa no meu rosto e uma certa insegurança diante do desconhecido. Pus o meu barco na direção do vento para ver aonde ele me levaria. Se você escolhe bons caminhos na vida, o vento sopra a favor e o conduz ao lugar certo. Tinha certeza de que teria forças para superar cada desafio da travessia. O tempo foi me mostrando que eu não estava errada. Enfrentei tormentas, águas turbulentas, mares revoltos. Eu segurava firme o leme e não saía do rumo certo. Deixei em águas profundas o que não me servia mais. Resgatei do fundo do barco os objetos úteis, que estavam esquecidos num canto qualquer. Descobri outras paisagens, mais belas do que eu havia imaginado. Passei a sentir sensações novas. As emoções retornaram ao meu corpo. Pude desfrutar a vida e tudo de bom que ela tem a oferecer. Tornei-me uma mulher mais plena. E, assim, continuo navegante até hoje. Nada pior do que ficar em água parada, vivendo a vida sem emoção. As pessoas precisam ter planos, desafios, para continuar sempre evoluindo.

Fique atento. Se a sua vida já não lhe transmite mais emoção e aquele típico frio na barriga, é preciso parar um momento e analisar se não é hora de buscar novos horizontes, de repensar sua vida, seus objetivos, seus sonhos, suas aspirações. Lembre-se de que o universo gosta de movimento. Deixar sua vida “parada” é um desperdício com você e com o mundo.  Evitar a tristeza também é afastar a alegria! É preciso correr riscos (conscientes). Viva!

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Foto: Rui Feix

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